Pular para o conteúdo
Serviço

Manutenção de elevadores, com o escopo escrito

A desconfiança clássica do síndico é justa: o técnico veio, assinou a prancheta e foi embora. A resposta não é promessa de dedicação — é publicar o que a visita cobre e entregar relatório de cada uma.

O que a visita cobre

A lista que vai no contrato

Agrupada por onde o técnico trabalha. O que não está aqui é orçado à parte, e a fronteira é dita antes de assinar.

  • Casa de máquinas

    • Máquina de tração: ruído, aquecimento e fixação
    • Freio: folga, desgaste da lona e acionamento
    • Limitador de velocidade e cabo do limitador
    • Quadro de comando: conexões, contatores e ventilação
    • Nível e vazamento de óleo do redutor, quando houver
    • Aterramento e sinalização da sala
  • Caixa de corrida e poço

    • Cabos de tração: desgaste, tensionamento e fixação
    • Guias e fixações: alinhamento e lubrificação
    • Para-choques e polia tensora do limitador
    • Iluminação e chave de parada do poço
    • Presença de água, resíduo ou objeto no fundo
    • Contrapeso: corrediças, pesos e folgas
  • Cabina

    • Nivelamento nos pavimentos
    • Operador e trinco da porta de cabina
    • Barreira fotoelétrica ou sensor de porta
    • Botoeira, indicador e sinal sonoro de chegada
    • Iluminação de emergência e alarme
    • Interfone ou comunicação de emergência
  • Pavimentos e documentação

    • Portas de pavimento: fechadura, folga e fechamento
    • Botoeiras externas e indicadores
    • Soleiras e limpeza dos trilhos de porta
    • Registro da visita com pendências abertas
    • Atualização do histórico do equipamento
    • Relatório entregue ao síndico ou à administradora
Modelos de contrato

Dois contratos, e a diferença é peça

O mercado chama de conservação e de integral, com variações de nome. A diferença real é quem paga o componente quando ele falha.

Conservaçãomensalidade menor · peça orçada
  • incVisitas preventivas com o roteiro acima
  • incAtendimento a chamado no prazo do contrato
  • incMão de obra de ajuste e regulagem
  • incLubrificação e limpeza técnica
  • incRelatório por visita e histórico
  • nãoComponente substituído por desgaste ou falha
  • nãoReparo de dano por uso indevido ou vandalismo
Com cobertura de peçasmensalidade maior · previsibilidade
  • incTudo o que está na conservação
  • incComponentes de desgaste listados no contrato
  • incReposição sem aprovação de orçamento a cada falha
  • nãoModernização: comando, porta, cabina, velocidade
  • nãoDano por vandalismo, alagamento ou obra de terceiro
  • nãoAdequação civil da caixa de corrida e do poço

Por que a gente não põe preço nesta página

Mensalidade depende de número de elevadores, paradas, idade, tipo de comando e histórico do equipamento. Número publicado sem essas variáveis serve para atrair ligação e vira aditivo depois da vistoria. Preferimos vistoriar e mandar o valor fechado.

Fronteira

Manutenção acaba onde começa a modernização

Não é firula de contrato: é a definição que a norma de manutenção usa, e é o que evita a conta dupla.

Manutenção é lubrificar, limpar, ajustar e trocar componente desgastado sem alterar as características da instalação. No momento em que velocidade, carga nominal, comando ou tipo de porta mudam, aquilo deixou de ser manutenção e virou modernização — com projeto, responsabilidade técnica registrada e orçamento próprio.

Empresa que promete resolver troca de comando dentro da mensalidade está prometendo o que não vai entregar. Ou o serviço não acontece, ou aparece como “serviço extraordinário” na fatura seguinte.

Existe um terceiro caso, o mais chato de todos: o problema não é do elevador. Vibração, desnivelamento recorrente e ruído em caixa de corrida muitas vezes vêm da obra civil. A empresa comum abre chamado para terceiro; a gente lê o projeto e diz o que é de quem.

Ver o que entra em modernização →

Antes de assumir um contrato

Fazemos vistoria de entrada e registramos o estado do equipamento, com foto e lista de pendências. É o que impede a discussão de “já estava assim” seis meses depois — e protege os dois lados.

Perguntas de contrato

De quanto em quanto tempo o elevador precisa de visita?

A frequência é definida no contrato, conforme tipo de uso, tráfego, idade e tipo de comando do equipamento. Prédio residencial de médio porte costuma trabalhar com visita mensal; equipamento de alto tráfego ou muito antigo pede intervalo menor.

Retirar água do poço está incluído?

Não. Pela definição da norma de manutenção, remoção de água, resíduo e objeto do poço não é manutenção. A gente registra e orça à parte — e se a água volta sempre, o problema é impermeabilização do poço, que é obra civil.

Quem paga a peça que queimou?

Depende do modelo de contrato que o condomínio escolheu. No contrato de conservação, peça é orçada à parte. No contrato com cobertura, ela entra na mensalidade dentro do escopo listado. A lista de exclusões existe nos dois, e a gente mostra antes de assinar.

E se ficar alguém preso na cabina?

Pessoa presa é a prioridade máxima e tem prazo próprio no contrato, diferente do prazo de elevador parado sem ninguém dentro. Também treinamos síndico e zelador no procedimento de espera — o que fazer e, principalmente, o que não fazer até a equipe chegar.

Já tem contrato? Manda que a gente lê.

A leitura do contrato vigente mostra em poucos minutos o que está coberto, o que está fora de norma e onde o condomínio paga duas vezes. Sem compromisso de troca.

E-mail
contato@iaselevadores.com.br
Atendimento
Campinas e Região Metropolitana — SP
Quem atendemos
Condomínios, administradoras, construtoras e indústria