Instalação: o elevador começa no projeto, não na entrega
Dimensionamento de tráfego, definição da caixa de corrida, acompanhamento da montagem e entrega ao condomínio com documentação e manutenção já contratada.
Da planta à primeira assembleia
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Dimensionamento de tráfego
Número de elevadores, capacidade e velocidade saem do perfil do prédio: pavimentos, unidades por andar, uso previsto e horário de pico. Subdimensionar é o erro que o morador cobra todos os dias e que não tem conserto barato depois.
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Definição da caixa de corrida
Largura, profundidade, profundidade do poço, altura de sobrepercurso, cargas nos apoios e pontos de fixação. É a etapa em que uma decisão de dez minutos no projeto economiza meses de adaptação na obra.
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Memorial e checklist de obra civil
A construtora recebe o que precisa executar e o que será conferido no recebimento: prumo, esquadro, impermeabilização do poço, ventilação, energia, iluminação e acesso. Conferência conjunta, com registro do que não estiver conforme.
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Montagem acompanhada
Instalação com responsabilidade técnica registrada e registro fotográfico das etapas. O que aparece aqui vira o histórico inicial do equipamento — o mesmo histórico que a inspeção vai pedir depois.
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Entrega ao condomínio
Manual do proprietário, registro do equipamento, treinamento de síndico e zelador em operação e em procedimento de resgate, e contrato de manutenção vigente desde o primeiro dia. Transição planejada, e não descoberta.
O buraco entre a entrega e o primeiro contrato
É a dor que o mercado inteiro produz e ninguém nomeia.
A entrega do elevador deve incluir um plano para sua operação ao longo do tempo. Condições de garantia, escopo da manutenção e documentação precisam estar claros desde o início, para que o condomínio conheça as responsabilidades e organize o cuidado com o equipamento.
A proposta aqui é tratar esse momento como etapa de projeto, e não como problema do síndico que assumir em 2031: especificação documentada, manual entregue, pessoas treinadas e histórico do equipamento desde a montagem.
Para a construtora, o ganho é direto — condomínio que recebe elevador documentado reclama menos com a incorporadora depois da entrega das chaves.
O que a gente não promete
Monitoramento remoto conectado, do tipo que os fabricantes globais oferecem, não faz parte do que entregamos hoje. Preferimos não anunciar. Quando existir, aparece aqui com o que faz e o que custa.
Perguntas de obra
Em que fase da obra a IAS precisa entrar?
No projeto, antes da caixa de corrida existir. Chamar a empresa de elevadores depois da estrutura pronta significa escolher equipamento entre o que cabe no vão que sobrou, e não entre o que o prédio precisa.
Quem responde pela obra civil da caixa de corrida?
A construtora executa; nós entregamos o memorial com dimensões, cargas, pontos de fixação, requisitos de acabamento e o checklist de recebimento. A conferência antes da montagem é conjunta, e o que não estiver conforme é registrado antes de qualquer peça subir.
O condomínio recebe o equipamento com manutenção contratada?
É o formato que defendemos. Entrega com manual do proprietário, registro do equipamento, treinamento de síndico e zelador e contrato de manutenção já vigente evita a lacuna clássica entre o fim da garantia e a primeira assembleia que discute elevador.
Como escolher o elevador IAS para o meu projeto?
A escolha parte do uso do edifício, do fluxo de pessoas e do espaço disponível. A equipe IAS orienta a definição do equipamento, da cabina e dos acabamentos, alinhando as características técnicas à arquitetura e ao escopo do projeto.
Tem projeto em andamento?
Mande a planta do pavimento-tipo e o número de unidades. Devolvemos uma primeira leitura de quantos elevadores o prédio pede e do vão necessário, antes de a estrutura subir.
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