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Pré-dimensionamento

Cálculo de tráfego de elevadores pela NBR 5665

Quantos elevadores o prédio precisa, de que lotação e a que velocidade, pelo método da NBR 5665 — com todas as contas à vista, para você conferir cada parcela.

Calculadora

Calcule o grupo de elevadores do prédio

Informe o uso, as paradas, o percurso, a população e os elevadores que pretende usar. O resultado compara capacidade e intervalo com os limites da norma e mostra de onde sai cada número.

Dados do prédio

Contando térreo, subsolos e garagens.
Estimado com 3,00 m de piso a piso. Ajuste se souber.
População

NBR 5665, 5.1.1: Por apartamento: 1 dormitório = 2 pessoas; 2 = 4; 3 = 5; 4 ou mais = 6; mais 1 por dormitório de serviço.

Apartamentos
Dormitórios
Dormitórios de serviço

População estimada: 192,0 pessoas48 × 4 (2 dorm.) = 192,0

Porta da cabina

A central abre e fecha mais rápido: 3,9 s por parada, contra 5,5 s da lateral.

Configurações da linha IAS que atendem

Mínimo a transportar em 5 minutos: 19,2 pessoas (10% de 192,0 pessoas). Para cada quantidade de elevadores, a menor cabina e a menor velocidade que passam.

  • 1 elevador

    8 pessoas · 630 kg · 1,5 m/s

    Capacidade
    19,3 em 5 min
    Intervalo
    124 s
  • 2 elevadores

    5 pessoas · 400 kg · 1,0 m/s

    Capacidade
    24,0 em 5 min
    Intervalo
    62 s

Ajuste a configuração

Elevadores no grupo
Cabina
Velocidade

Porta abertura lateral de 800 mm (linha IAS para 8 pessoas).

Atende à NBR 5665

  • Capacidade de tráfego19,3 pessoas em 5 min para um mínimo de 19,2
  • Intervalo de tráfego123,9 s — sem limite para prédio só de apartamentos (6.5.2)
  • Tempo total de viagem123,9 s
Memorial das contas desta configuração

Mínimo em 5 min: 10% × 192,0 pessoas = 19,20.

ItemContaResultado
Paradas (P)informado13
Percurso (S)do piso da parada mais baixa ao da mais alta36,00 m
Lotação (C)passageiros, sem ascensorista8
Velocidade (v)nominal1,5 m/s
Elevadores (n)no grupo1
Paradas prováveis (N)N = P − (P − 1)·[(P − 2)/(P − 1)]^C = 13 − 12·(11/12)^87,0176
Aceleração e retardamento (ta)Tabela 2, 1,5 m/s3,50 s
Portas (ts)Tabela 3, abertura lateral5,50 s
Entrada e saída (tp)Tabela 4, abertura livre de 0,80 m2,40 s
T1 — percurso sem paradas2·S/v = 2 × 36,00 / 1,5048,00 s
T2 — acelerações e retardamentosN·ta/2 = 7,0176 × 3,50 / 212,28 s
T3 — portasN·ts = 7,0176 × 5,5038,60 s
T4 — entrada e saídaC·tp = 8 × 2,4019,20 s
Soma parcialT1 + T2 + T3 + T4118,08 s
Adicional0,1·(T3 + T4)5,78 s
Tempo total de viagem (T)T1 + T2 + 1,1·(T3 + T4)123,86 s
Capacidade de um elevador (Ct)300·C/T = 300 × 8 / 123,8619,38 em 5 min
Capacidade do grupo (CT)n·Ct = 1 × 19,3819,38 em 5 min
Intervalo de tráfego (I)T/n = 123,86 / 1123,9 s

Sem limite: elevadores que servem exclusivamente apartamentos (NBR 5665, 6.5.2).

Método

Como a NBR 5665 faz a conta

A norma tem um método só, determinístico, para o pico de subida: o horário em que a população chega pelo pavimento de acesso e sobe. São seis passos, tirados dos itens 5 e 6.

  1. 01

    População — item 5.1

    Quantas pessoas usam o elevador no pico. A norma dá uma relação por uso: por apartamento, conforme o número de dormitórios; em escritório, 1 pessoa por 7 m² de sala; em hotel, 2 por dormitório. Esses valores são mínimos (4.1.1). Pode-se descontar 50% da população do pavimento imediatamente acima e/ou abaixo do acesso, se estiver a até 5 m dele (5.1.2). Garagens e depósitos não somam pessoas (5.1.7).

  2. 02

    Mínimo a transportar em 5 minutos — item 5.2

    Uma porcentagem da população, que muda com o uso: 10% em apartamentos e hotéis, 12% em escritórios em geral, 15% em escritório de uma única entidade, 20% em escolas. Em prédio de uso misto, soma-se a parcela de cada uso (5.2.2). É a meta que o grupo de elevadores precisa cumprir.

  3. 03

    Paradas prováveis — item 6.2

    N = P − (P − 1) · [(P − 2) / (P − 1)]C

    P é o número de paradas do grupo, contando térreo, subsolos e garagens; C é a lotação da cabina, sem ascensorista. N é o número provável de paradas numa viagem com a cabina cheia. A fórmula é a da Errata 2, de 1987.

  4. 04

    Tempo total de viagem — item 6.1

    T = T1 + T2 + 1,1 · (T3 + T4), em segundos, para uma viagem de ida e volta.

    T1 = 2 · S / v: ida e volta sem paradas. S é o percurso em metros, do piso da primeira parada ao da última; v é a velocidade nominal, em m/s.

    T2 = N · ta / 2: aceleração e retardamento. O tempo ta por parada vem da Tabela 2, pela velocidade.

    T3 = N · ts: abertura e fechamento de portas. ts depende só do tipo de porta: 3,9 s na abertura central, 5,5 s na lateral.

    T4 = C · tp: entrada e saída dos passageiros, com a cabina cheia. tp é 2,4 s com abertura livre menor que 1,10 m e 2,0 s a partir de 1,10 m.

    O fator 1,1 acrescenta 10% só a portas e passageiros, pelo tempo que o carro espera quem chega atrasado: T = (T1 + T2 + T3 + T4) + 0,1 · (T3 + T4). Ler o formulário da norma como T1 + T2 + 0,1 · (T3 + T4), sem T3 e T4inteiros, é erro.

  5. 05

    Capacidade de transporte e de tráfego — itens 6.3 e 6.4

    Ct = 300 · C / T e CT = Ct1 + Ct2 + … + Ctn

    Ct é quantos passageiros um elevador leva em 5 minutos (300 s); CT soma os carros do grupo e, com carros iguais, vale n · Ct. Para atender, CT precisa ser maior ou igual ao mínimo do passo 02.

  6. 06

    Intervalo de tráfego — item 6.5

    I = T / n

    n é o número de elevadores do grupo. I precisa ser menor ou igual ao máximo da Tabela 6, que depende primeiro de n e só depois do uso; prédio cujos elevadores servem exclusivamente apartamentos não tem esse limite (6.5.2). Se uma das condições falha, refaz-se a conta mudando lotação, velocidade ou número de elevadores — ou dividindo o prédio em zonas, cada uma calculada como instalação independente (6.6).

Tabelas da norma

Critérios por tipo de edifício

Relação de população (5.1.1), porcentagem mínima a transportar em 5 minutos (5.2.1) e intervalo máximo (Tabela 6). As relações de população são mínimas: o projeto pode adotar população maior (4.1.1).

NBR 5665: critérios do pico de subida por uso. Com 1, 2 ou 3 elevadores o intervalo máximo é o mesmo em qualquer uso, exceto prédio só de apartamentos.
UsoPopulação mínimaTransportar em 5 minIntervalo máx., 1 / 2 / 3 elevadoresIntervalo máx., 4 ou mais
ApartamentosPor apartamento: 2 pessoas com 1 dormitório, 4 com 2, 5 com 3 e 6 com 4 ou mais; mais 1 por dormitório de serviço10% da populaçãoSem limite (6.5.2)Sem limite
Escritório de uma única entidade1 pessoa por 7,00 m² de sala15% da população80 / 60 / 50 s40 s
Escritórios em geral e consultórios1 pessoa por 7,00 m² de sala12% da população80 / 60 / 50 s40 s
Hotéis2 pessoas por dormitório10% da população80 / 60 / 50 s45 s
Hospitais com tubos de queda para roupa e lixo e monta-carga de nutrição2,5 pessoas por leito8% da população80 / 60 / 50 s45 s
Hospitais sem esses recursos2,5 pessoas por leito12% da população80 / 60 / 50 s45 s
EscolasSalas de aula: 1 pessoa por 2,00 m². Administração: 1 pessoa por 7,00 m²20% da população80 / 60 / 50 s45 s
Lojas e centros comerciais1 pessoa por 4,00 m² de loja10% da população80 / 60 / 50 s45 s
Restaurantes1 pessoa por 1,50 m² de salão de refeições6% da população80 / 60 / 50 s45 s
Edifício-garagem com rampa, sem manobrista1,4 pessoa por vaga10% da população80 / 60 / 50 s45 s

Em prédio de uso misto, o mínimo em 5 minutos é a soma da parcela de cada uso (5.2.2). Para grupo de 4 ou mais elevadores que atende usos diferentes, a norma não fixa o intervalo máximo; a calculadora adota o menor limite entre os usos atendidos e avisa que essa escolha é de projeto, não da norma. Garagem com manobrista não tem relação de população nas fontes que lemos.

Onde as contas erram

Seis erros comuns no cálculo de tráfego

Aparecem em planilhas, apostilas e calculadoras on-line, e mudam o resultado. A calculadora desta página segue a norma em cada um destes pontos.

Item 6.5.2

Apartamento não tem intervalo máximo

Prédio cujos elevadores servem exclusivamente apartamentos é dispensado do limite de intervalo, com qualquer número de elevadores. Não existe “120 s residencial” na norma: o que se verifica é a capacidade, 10% da população em 5 minutos.

Tabela 6

O limite começa pelo número de elevadores

Com 1, 2 ou 3 elevadores, o intervalo máximo é 80, 60 ou 50 s, seja escritório, hotel ou hospital. O uso só muda o limite com 4 ou mais: 40 s em escritórios e consultórios, 45 s nos demais. Limites de 25 a 30 s para prédio comercial não estão na norma.

Item 5.2.3

Não existe regra de elevador “privativo”

A norma não trata elevador privativo à parte. Ela exige que um grupo atenda as mesmas paradas, o mesmo hall, um só acesso principal e a mesma destinação. Elevador em hall próprio, com população própria, é outro grupo e se calcula com a população do seu hall. Social e serviço que atendem os mesmos apartamentos não viram automaticamente dois cálculos.

Itens 6.4 e 6.5

A norma não dá folga

CT precisa ser maior ou igual ao mínimo, e I menor ou igual ao máximo, sem arredondar. Há ferramenta on-line que aprova com até meio passageiro abaixo do mínimo ou com intervalo menos de 1 s acima do máximo; pela norma, 60,88 s com 2 elevadores não atende o limite de 60 s. A exceção prevista é outra, a do item 4.3.1: se uma cabina menor já atende as duas condições, a instalação pode receber cabina maior mesmo que o intervalo recalculado passe do limite, respeitada a relação entre lotação e área da Tabela 1. A calculadora só aceita como base uma cabina real da linha IAS, e com todos os grupos da zona reduzidos ao mesmo tempo.

Item 6.2

Paradas prováveis pela fórmula, não pela tabela

As tabelas de paradas prováveis reproduzidas em manuais e apostilas têm células com erro de impressão — a maior diferença que encontramos é de 0,10 parada — e é fácil ler a coluna da lotação vizinha. A calculadora usa direto a fórmula da Errata 2, que vale para qualquer número de paradas.

Tabela 2

Aceleração: interpolar, mas só até 2,5 m/s

Entre 0,63 e 2,50 m/s, a nota da Tabela 2 admite interpolar o tempo de aceleração e retardamento: a 1,6 m/s, ele fica em 3,7 s, entre os 3,5 s de 1,50 m/s e os 4,0 s de 1,75 m/s. Acima de 2,50 m/s o valor é 6,0 s fixo; não se interpola até ele. Abaixo de 0,63 m/s a tabela não tem valor: a calculadora usa 2,5 s e avisa.

Limites desta ferramenta

Antes de levar o resultado ao projeto

O resultado desta página é pré-dimensionamento. Serve para chegar ao estudo preliminar com número de elevadores, lotação e velocidade que fecham a conta, ou para conferir uma proposta recebida. O cálculo que entra no projeto — e que a prefeitura recebe quando pede — é feito e assinado pelo responsável técnico do projeto.

A NBR 5665 é de 1983, na versão corrigida de 1987. A ABNT a confirmou em 2022 e a marca como em revisão; até outubro de 2026 não localizamos texto novo em consulta nacional. Se a revisão for publicada, os critérios desta página mudam com ela.

O tráfego não cobre tudo. O elevador de emergência, exigido pela IT 11/2025 do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo conforme altura e ocupação, e o elevador acessível têm regras próprias e não entram nesta conta.

A lei — o código de obras da cidade e, no Estado de São Paulo, também o Código Sanitário estadual — diz quando o elevador é obrigatório e o mínimo de 1 ou 2; algumas cidades, como Campinas, não fixam esse mínimo e remetem às normas da ABNT. A NBR 5665 diz se a quantidade dá conta da população. Nenhuma das leis que lemos fixa critério de tráfego: elas remetem às normas da ABNT. Um prédio pode cumprir o mínimo legal e reprovar no tráfego, e o contrário também acontece.

O que esta calculadora não faz

Não dimensiona caixa de corrida, poço nem sobrepercurso: essas medidas vêm do equipamento escolhido.

Não usa simulação de tráfego nem o método da ISO 8100-32. No Brasil, o método normativo é o da NBR 5665, e é ele que está aqui.

Não substitui o memorial do responsável técnico, que responde pelo cálculo.

Perguntas de quem projeta

Prédio residencial precisa de quantos elevadores?

São duas contas diferentes. A lei diz quando o elevador é obrigatório e quando passam a ser dois. Na capital paulista, o Código de Obras exige elevador com mais de 5 andares ou desnível acima de 12 m, e dois com mais de 10 andares ou acima de 24 m; já o Código Sanitário estadual (Decreto 12.342/1978, arts. 209 e 70) pede dois em prédio de apartamentos com mais de 8 pavimentos. Qual prevalece é questão jurídica em aberto; o conservador é seguir o mais exigente. A NBR 5665 diz se essa quantidade dá conta da população: em prédio só de apartamentos, o grupo precisa levar 10% das pessoas em 5 minutos, sem limite de intervalo. No exemplo resolvido de um manual técnico, 56 apartamentos de 5 pessoas em 14 andares somam 280 pessoas, ou 270 com o desconto facultativo de 50% no 1º andar, e dois elevadores de 8 passageiros a 1,25 m/s levam 33,5 pessoas em 5 minutos, acima das 27 exigidas.

A NBR 5665 ainda vale?

Vale. É a ABNT NBR 5665:1983 na versão corrigida de 1987; a segunda errata trocou a fórmula das paradas prováveis. A ABNT confirmou a norma em maio de 2022 e a mantém marcada como em revisão, mas até outubro de 2026 não localizamos texto de revisão em consulta nacional. Enquanto isso, é o único método normativo de cálculo de tráfego no Brasil.

O que é intervalo de tráfego?

É o tempo total de viagem dividido pelo número de elevadores do grupo: I = T / n. Na prática, é de quanto em quanto tempo, em média, um carro sai do pavimento de acesso no pico de subida. A norma o limita a 80, 60 e 50 s com 1, 2 e 3 elevadores, e a 40 ou 45 s com 4 ou mais; prédio só de apartamentos não tem limite. Tempo médio de espera, que aparece em material de divulgação, é outra métrica e não se compara com o intervalo da NBR 5665.

Posso usar o resultado para aprovar na prefeitura?

Não como documento. O resultado é pré-dimensionamento; o cálculo que entra no processo é do responsável técnico do projeto, que o assina. As contas que a calculadora mostra servem para conferir números, não substituem essa assinatura. Na capital paulista, a instalação é licenciada com a declaração do responsável técnico, e a Prefeitura pode pedir o cálculo pela NBR 5665 durante o licenciamento. Em Santos, o código exige apresentar projeto e cálculo de tráfego antes da instalação. Nas outras cidades, confirme na prefeitura o que é pedido.

Por que o pavimento de acesso não entra na população?

Porque quem já está no pavimento de acesso não usa o elevador no pico de subida. É a prática dos manuais técnicos de fabricante e do material didático que os segue, e a calculadora a adota. Ressalva honesta: não localizamos essa regra no texto da norma. O que a NBR 5665 prevê é um desconto facultativo de 50% da população do pavimento imediatamente acima e/ou do imediatamente abaixo do acesso, quando estiver a até 5 m dele (item 5.1.2). Para uma conta mais conservadora, adote população maior: as relações da norma são mínimos (item 4.1.1).

Garagem e subsolo contam como parada?

Contam como parada e entram no percurso, mas não na população. Pelo item 5.1.7, garagem, depósito e restaurante de uso exclusivo ficam fora da população; o elevador, porém, faz parada ali, e isso aumenta as paradas prováveis e o tempo de viagem. P é o total de paradas do grupo, com térreo, subsolos, sobreloja e mezanino. O percurso vai do piso da parada mais baixa ao da mais alta, sem poço nem o espaço acima da última parada.

Referências

Fontes

  • ABNT NBR 5665:1983, versão corrigida de 1987 — Cálculo do tráfego nos elevadores. Confirmada pela ABNT em maio de 2022 e marcada como em revisão. A norma é vendida pela ABNT; esta página não reproduz o texto, só os critérios que a conta usa.
  • Manual técnico de transporte vertical de um fabricante e trabalhos acadêmicos (UnB, UFRRJ), usados para conferir os exemplos resolvidos. Esses exemplos foram transformados em teste automático das fórmulas da calculadora.
  • Códigos de obras e legislação do Estado de São Paulo e de municípios paulistas, citados na calculadora com o artigo de cada regra e lidos em 02/10/2026. Em Ribeirão Preto e Santos foi lido o texto de 2019; em Jundiaí, o consolidado até a LC 627/2023; em Vinhedo, o texto de 2007, sem a LC 87/2009. Alterações posteriores a essas versões não foram conferidas.

Mande o cálculo para a IAS

Envie o resultado desta página ou as plantas do prédio. A IAS fabrica, instala, moderniza e mantém elevadores, e devolve uma leitura preliminar com o equipamento da linha IAS que atende o prédio: quantidade, lotação, velocidade e tipo de porta.

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contato@iaselevadores.com.br
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